sexta-feira, 19 de junho de 2009
Novas tecnologias o novo desafio dos jornalistas
Por: Juliana Mascarenhas
A história do Jornalismo está diretamente ligada ao desenvolvimento de novas tecnologias e do uso delas no cotidiano. Desde a substituição das linotipos por máquinas off-set e, depois, das máquinas de escrever por computadores o cotidiano dos jornalistas tem mudado nas redações, bem como as características infra-estruturais dos locais de trabalho.
Desde sempre o Jornalismo esteve ligado à tecnologia. Por acaso os aparelhos de rádio, televisão, fotografia e os equipamentos para produzir materiais para estes suportes não estão diretamente ligados a ela? O que seriam o telefone, o fax, o velho telex e as máquinas de linotipia e clicheria senão formas de tecnologia?
Em todo o Brasil a modernização nas empresas de comunicação começou pela área gráfica e gerencial, na década de 70. Nas redações de Porto Velho o processo foi iniciado na década de 80, com a chegada dos computadores. Os jornais ALTO MADEIRA e O ESTADÃO DO NORTE foram um dos pioneiros na adoção e criação de uma rede informatizada.
Saiba mais sobre as mudanças nas Redações de Porto Velho com a chegada das tecnologias
Com a introdução dos computadores, os jornalistas tiveram de se adaptar a uma realidade profissional que incluía a exigência de maior qualificação, a especialização crescente, as modificações nas condições de trabalho e, sobretudo, a intensificação do trabalho.
A cada década do último século surgiram mídias e se desenvolveram ferramentas capazes de torná-las massivas e populares em poucos anos. Com a Internet não foi diferente. Criada pelos militares americanos no final dos anos 60, começou interconectando dez computadores. Hoje, trinta anos mais tarde, reúne, aproximadamente 300 milhões de computadores em 150 países do mundo. Em 2002 a Internet recebeu mais de 130 milhões de novos usuários e o número global atingiu mais de 620 milhões - 9,9% da população mundial.
O jornalismo na Internet ou jornalismo online vive seus primórdios. No Brasil, e em boa parte do mundo, ainda está “agarrado” aos velhos paradigmas do jornal impresso e se aproxima do rádio, quando se trata de conteúdo e forma textual. Os portais de ou com conteúdo jornalístico, mesmo os que dispõem de links para últimas notícias, continuam com características de jornal e revista impressa. A maioria dos sites de notícia ainda são divididos em editorias, com capa, manchetes principais e chamadas para notícias secundárias, banners comerciais e links para negócios. Assim, não é sem propósito que todos nós navegamos ou folheamos os sites jornalísticos com uma certa facilidade.
Desafios dos Sites Jornalísticos. Leia mais
As novas tecnologias são as câmeras ocultas que estão aí. Se fazem presente em nosso dia-a-dia como recursos ao alcance de qualquer jornalista. Com micro câmeras cada vez menores é possível filmar casos de prostituição infantil, médicos falsários e muitos casos com o novo jornalismo investigativo. Porém o jornalista tem que ter cuidado com a utilização desse instrumento para que as mico câmeras para que não invadam a intimidade das pessoas.
Como saber se não esta sendo filmado? Saiba mais sobre a utilização das micro câmeras no jornalismo investigativo
Nem repórteres, nem repórteres fotográficos, redatores, editores ou mesmo projetistas gráficos têm seus empregos ameaçados pela tecnologia, a curto e médio prazo. Ampliou-se, sem dúvida, o campo de suas atribuições. A reciclagem necessária para isso é do tipo que nos obriga a acrescentar às nossas habilidades o manuseio de sistemas informatizados e o conhecimento de processos de telemática, afora, uma percepção mais aguda do cotidiano.
A história do Jornalismo está diretamente ligada ao desenvolvimento de novas tecnologias e do uso delas no cotidiano. Desde a substituição das linotipos por máquinas off-set e, depois, das máquinas de escrever por computadores o cotidiano dos jornalistas tem mudado nas redações, bem como as características infra-estruturais dos locais de trabalho.
Desde sempre o Jornalismo esteve ligado à tecnologia. Por acaso os aparelhos de rádio, televisão, fotografia e os equipamentos para produzir materiais para estes suportes não estão diretamente ligados a ela? O que seriam o telefone, o fax, o velho telex e as máquinas de linotipia e clicheria senão formas de tecnologia?
Em todo o Brasil a modernização nas empresas de comunicação começou pela área gráfica e gerencial, na década de 70. Nas redações de Porto Velho o processo foi iniciado na década de 80, com a chegada dos computadores. Os jornais ALTO MADEIRA e O ESTADÃO DO NORTE foram um dos pioneiros na adoção e criação de uma rede informatizada.
Saiba mais sobre as mudanças nas Redações de Porto Velho com a chegada das tecnologias
Com a introdução dos computadores, os jornalistas tiveram de se adaptar a uma realidade profissional que incluía a exigência de maior qualificação, a especialização crescente, as modificações nas condições de trabalho e, sobretudo, a intensificação do trabalho.
A cada década do último século surgiram mídias e se desenvolveram ferramentas capazes de torná-las massivas e populares em poucos anos. Com a Internet não foi diferente. Criada pelos militares americanos no final dos anos 60, começou interconectando dez computadores. Hoje, trinta anos mais tarde, reúne, aproximadamente 300 milhões de computadores em 150 países do mundo. Em 2002 a Internet recebeu mais de 130 milhões de novos usuários e o número global atingiu mais de 620 milhões - 9,9% da população mundial.
O jornalismo na Internet ou jornalismo online vive seus primórdios. No Brasil, e em boa parte do mundo, ainda está “agarrado” aos velhos paradigmas do jornal impresso e se aproxima do rádio, quando se trata de conteúdo e forma textual. Os portais de ou com conteúdo jornalístico, mesmo os que dispõem de links para últimas notícias, continuam com características de jornal e revista impressa. A maioria dos sites de notícia ainda são divididos em editorias, com capa, manchetes principais e chamadas para notícias secundárias, banners comerciais e links para negócios. Assim, não é sem propósito que todos nós navegamos ou folheamos os sites jornalísticos com uma certa facilidade.
Desafios dos Sites Jornalísticos. Leia mais
As novas tecnologias são as câmeras ocultas que estão aí. Se fazem presente em nosso dia-a-dia como recursos ao alcance de qualquer jornalista. Com micro câmeras cada vez menores é possível filmar casos de prostituição infantil, médicos falsários e muitos casos com o novo jornalismo investigativo. Porém o jornalista tem que ter cuidado com a utilização desse instrumento para que as mico câmeras para que não invadam a intimidade das pessoas.
Como saber se não esta sendo filmado? Saiba mais sobre a utilização das micro câmeras no jornalismo investigativo
Nem repórteres, nem repórteres fotográficos, redatores, editores ou mesmo projetistas gráficos têm seus empregos ameaçados pela tecnologia, a curto e médio prazo. Ampliou-se, sem dúvida, o campo de suas atribuições. A reciclagem necessária para isso é do tipo que nos obriga a acrescentar às nossas habilidades o manuseio de sistemas informatizados e o conhecimento de processos de telemática, afora, uma percepção mais aguda do cotidiano.
terça-feira, 16 de junho de 2009
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